quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O ELOGIO DE VÁRIOS AUTORES SOBRE SANTA TERESA DE JESUS


FLORES ESCOLHIDAS

O elogio de vários autores a santa Teresa de Jesus

            Santa Teresa de Jesus uma das maiores almas que Deus suscitou para o bem do cristianismo. Um padre da Igreja diz que Teresa dá muitas luzes e se podem perceber também nos seus escritos que vivia com muita austeridade.  Não existe dúvida de suas ações.  Sempre com seu grande amigo Jesus seu confidente que a ensinava: É Teresa de Jesus, um prodígio de ciências e santidade (Carta do papa Clemente XlV a uma Irmã carmelita).
            Dou infinitas graças por tantos favores que nos foi concedendo através de sua presença no meio de nós, principalmente com sua bondade e entrega generosa. Ela foi uma grande colaboradora para os Carmelitas e para as Carmelitas de Espanha, (Carta do P. General V. Rubeo de Ravena a as Carmelitas de Medina Del Campo).
            Quis Deus fazer grandes maravilhas por intermédio de Santa Teresa de Jesus, sendo ela uma das maiores santas da época, sempre vivendo com muita perfeição... (Fr. Diego Yepes).
            Confesso que das mulheres, depois de Maria Mãe de Jesus, Teresa de Jesus a amo com especial amor, pois nunca conheci alguém com tanta dedicação e amor pela causa da Igreja, (V. Maria da Luz, portuguesa, lib. 2, c.8, p. 2 de su Vida).
             Teresa de Jesus, um anjo de pureza, serafim do amor, querubim na ciência, apóstolo do céu, mártir de um desejo, milagre da natureza e da graça. Mãe fecunda de muitos filhos e filhas, profeta de seu tempo e até os nossos dias. Nova Débora e juiz de seu povo, nova Esther, agraciada com os olhos de seu amado esposo Jesus; nova Judith, que criou confusão no palácio de Nabucodonosor; alegria de Israel honra e glória de Jerusalém, Fundadora dos carmelos; porque atuou com força varonil e confortou corações, bendita eternamente. O universo inteiro celebra sua santidade, e a Igreja sua sabedoria, a alegria anunciará seus louvores... (P. Marcial de San Juan Bautista, francés). Texto retirado da Revista Teresiana - 1872